Alok esclarece presença do pai no massacre em Israel

Lúcia Corrêa
4 Min Read
Alok

Em uma postagem em seu instagram na madrugada desta terça-feira (10), Alok, emocionado, chora ao falar sobre situação do pai em Israel. O DJ ainda desmentiu que o também DJ Juarez Petrillo era o organizador do festival, que teve muitos mortos após ser atacado pelo grupo Hamas

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O mundo recebeu a notícia no último sábado (7) dando conta de que Israel e Palestina entraram guerra, mais uma vez e que logo no primeiro ataque o resultado foi de mais de 1500 mortos. Um dos primeiros alvos do grupo Hamas foi o festival de música eletrônica Universo Paralello, que acontecia em um local que fica a cerca de 30 minutos da Faixa de Gaza. E quem iria tocar no evento era o DJ Juarez Petrillo, pai de Alok, que escapou do ataque se abrigando em um bunker. Bastante emocionado, Alok falou da situação e contou que descobriu a situação do pai pela internet.

“Eu, infelizmente, tenho pouco convívio com meu pai. Ele é DJ, então está sempre viajando pelo mundo, e eu também. Ele não sabe onde eu tô e eu não sei onde ele está. Eu descobri que ele estava lá através da internet e eu até queria ter mais convívio com o meu pai. Meu pai tá bem, está seguro, ele conseguiu chegar em Tel Aviv ontem e está fazendo todos os esforços para voltar ao Brasil. Tudo o que eu quero agora é abraçar ele, acolher ele, mas, infelizmente, muitas pessoas não vão poder fazer isso. Muita tristeza.”

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Ainda em seu relato no vídeo, o famoso DJ Alok fez questão de desmentir a informação de que seu pai era o organizador e responsável o festival Universo Paralello. Ele garante que o artista era apenas uma das atrações e que o pai já havia vendido a licença do evento brasileiro para produtores do mundo inteiro.

“O meu pai estava no evento que aconteceu um grande massacre dos terroristas, que matou mais de 260 pessoas. Meu pai estava prestes a se apresentar quando começou a ter um bombardeio e o evento foi interrompido e a polícia começou a evacuar. Todo mundo saiu correndo. Meu pai saiu correndo, conseguiu entrar em um carro e sair de lá. O carro de trás foi baleado, meu pai conseguiu se abrigar em um bunker e ficou seguro lá.”

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“Infelizmente, em meio a todo esse caos e essa angústia, está rolando uma fake news de que meu pai era o responsável e produtor do festival. (…). Meu pai não é o organizador, não é o responsável, ele foi lá como contratado! Me ajudem a espalhar o que é verdade, por favor.”

“O meu pai é idealizador de um festival chamado Universo Paralello, que acontece no Brasil há mais de 20 anos. É o maior festival de arte e cultura alternativa da América Latina, é conhecido mundialmente. Meu pai já licenciou a marca do festival para diversos países como Índia, México, Argentina, Europa, enfim, e foi a mesma coisa que aconteceu agora em Israel pela primeira vez. Um produtor local israelense chamado Tribe of Nova contratou a identidade visual, contratou meu pai e o direito do uso da marca, tanto que o nome do festival é ‘Supernova apresenta Universo Paralello’.”

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